Publicado na categoria: Devocionais
Não vou esperar a perfeição para ser feliz. Vou focar no que é possível fazer.
Não vou esperar a perfeição para ser feliz. Vou focar no que é possível fazer.

Atenção:
Este post precisa ser lido inteiramente para fazer sentido.

Tenho grande apreço pela habilidade de empatia. Alguns sentimentos podem parecer mais fáceis de compreender do que outros. Tudo depende daquilo que já enfrentamos na vida. Todavia, com sensibilidade e força de vontade podemos tentar compreender sentimentos vão além da nossa experiência pessoal. Para tanto, precisamos nos colocar no lugar do outro e tentarmos sentir o que ele está sentindo. Enxergar com seus olhos.

Neste post, gostaria de comentar sobre uma cadeia de sentimentos que geram um ciclo vicioso bastante preocupante. Cada pessoa lida com os erros (próprios ou alheios) de uma forma diferente. Talvez a forma de pensar que será exposta abaixo não faça muito sentido para você.  Mas busque a empatia. Vale a pena conhecer este perigoso esquema mental que pode atrapalhar toda a vida de uma pessoa. Eu mesmo já fui dominado por ele por muitos anos e, por isso mesmo, poderei falar com um pouco mais de propriedade.

Sabemos que existem pessoas perfeccionistas. Agora imagine uma pessoa perfeccionista que seja exigente consigo mesma. Isso é bastante comum, não é verdade? Continuando o raciocínio, normalmente pessoas assim, exigentes consigo mesmas, tendem também a serem exigentes com as outras pessoas e a esperar muito delas. Correto? Agora imagine uma pessoa assim, exigente consigo mesma e com as outras pessoas, que não tolera o erro, e que ainda seja uma verdadeira cristã, profundamente interessada em ser coerente com sua fé. Por dedução concluímos que uma pessoa assim teria altos padrões de conduta, pois além do fraco moralismo mundano, ela teria também uma séries de princípios a seguir, tais como a humildade, a mansidão, o domínio próprio, o amor, a benignidade, a simplicidade, a devoção, a caridade, a linguagem sadia, não apenas evitando as palavras torpes, mas buscando palavras que edifiquem, e mais, palavras vindas de Deus e não da carne. Na verdade a lista é muito mais extensa. Todavia, imagine alguém tentando viver de modo absolutamente coerente com todas estas coisas. Imagine a opressão. É exatamente assim que milhares de cristãos se sentem ainda hoje.

Certamente todos nós devemos viver em busca as virtudes citadas acima. Mas como esperar coerência plena da nossa parte? Seria isso possível? Será que uma investigação muito profunda da nossa natureza não nos revelaria apenas a nossa miséria? Será que é possível ser plenamente coerente com tudo aquilo que pregamos? Se não, devemos continuar pregando mesmo que isso seja uma hipocrisia? Será que podemos exigir toda essa perfeição de nós mesmos e das demais pessoas? Como devemos viver então: com cobranças ou sem cobranças? Devemos almejar a perfeição ou aceitar a nossa condição? Devemos irrelevar nossos erros ou confrontá-los seriamente?

É exatamente sobre esta grande confusão mental que desejo discorrer neste post.

Uma pessoa, tal como caracterizada acima, provavelmente não teria facilidade de perdoar ou irrelevar seus próprios defeitos e debilidades, bem como os incoerências do próximo. Entretanto, mesmo isso é motivo de auto-condenação, pois por meio da Bíblia todos sabemos do dever de sermos compassivos e misericordiosos. Todavia, mesmo quando busca não ser tão exigente, uma pessoa presa neste ciclo vicioso tenderia a se sentir irritada ao enxergar as falhas, as debilidades, as incoerências e os pecados próprios e alheios. Afinal, como ver tantos erros, enganos, falhas e não ficar transtornado? Eu costumava me perguntar: Por que Deus me permite enxergar todos estes erros e não me dá poder de mudá-los? Será que só eu enxergo tanta incoerência nas pessoas? Por que elas parecem não ligar?

Vivi por muitos anos preso nestas indagações.

Eu também não tolerava a idéia de errar com o próximo. Simplesmente supor que eu poderia ter agido errado com alguém me tirava a vontade de viver. Caia-me o semblante. Muitos achavam que eu era afligido por transtorno bipolar, mas na verdade o fato era que eu não sabia lidar com as incongruências entre as declarações de fé e a prática das pessoas (e as minhas também). Assim, ao contemplá-las, acabava ficando imobilizado, sem saber o que fazer, engasgado de tanta coisa que eu queria dizer. Por fim, eu ficava amargo e me isolava.

Eu me cobrava muito e, por tanto, me sentia constantemente pressionado e cobrado.

A possibilidade de incomodar ou magoar alguém era quase insuportável. Diante destes sentimentos tão intensos, minha vontade era de me isolar. Eu pensava: “Quanto menos contato eu tiver com as pessoas, menores serão as chances de eu errar com ela e, portanto, de eu me sentir como um grande lixo humano”. Mas, como um cristão sincero, sabia que Deus não queria que eu me isolasse. Se eu me afastasse para evitar de errar, automaticamente também estaria me privando das oportunidade de fazer o bem que Ele queria que eu fizesse. Eu tinha consciência de que, por já estar salvo em Cristo, Deus me mantinha na terra principalmente para anunciar as boas novas mediante palavras e ações. Mas ao chegar perto das pessoas, eu voltava a errar. Diante disso ficava a pergunta: Será que vale a pena continuar tentando? A matemática na minha cabeça não fechava: Será que eu não estava fazendo mais mal do que bem?

Estas perguntas eram impossíveis de se responder. Não havia uma tabela com estes dados. A suposição de talvez estar sendo uma fonte de dor de cabeça para as pessoas, somado à sensação de ser mal amado e das intensas cobranças que eu mesmo me impunha, tiravam meu prazer pela vida. O que fazer? Este impasse me deixava confuso e exausto emocionalmente.

Tentei encontrar uma solução. Gastei milhares de horas em oração e meditação em busca de uma saída, mas não teve jeito: o único modo de viver uma vida que agradaria a Deus seria ficando próximo das outras pessoas e aceitando que as vezes (ou muitas vezes) eu iria erra com elas. No entanto, as questões continuavam: – O que fazer com meus erros? Como lidar com o erro dos outros? Ser conivente? Fazer vista grossa? Ou confrontar e revelar seus enganos? Por que só eu pareço ver estas coisas? Por que ninguém parece se importar?

Bem, antes de mostrar o que aprendi com Deus acerca destas questões, é importante lembrar o quanto esta situação tirava meu prazer com a vida. Quando a gente vive se sentindo cobrado pelo o outro, a gente perde o prazer no relacionamento. Eu me cobrava insistentemente, tendo em vista o padrão de conduta (genuíno) que eu tinha. Mas, de um certo modo, eu acaba transferindo a origem desta cobrança para Deus, ou seja, como se Ele estivesse exigindo de mim perfeição constante. Sendo assim, por eu errar constantemente, o que é natural, automaticamente eu também comecei a me sentir constantemente frustrado, constantemente cobrado, constantemente decepcionado comigo, e muitos outros sentimentos negativos que roubaram todo meu prazer no relacionamento com Deus e com a vida cristã.

Esta prisão emocional também havia tirado todo meu prazer com a vida humana, tanto a minha como a do próximo. Inicialmente eu via apenas a mim mesmo como um lixo humano. Com o tempo, porém, comecei a ver que todo mundo parecia absolutamente corrompido. Perdi a vontade de viver e de me relacionar com Deus e com o próximo. Perceba como tudo isso começou com sentimentos bem simples como o perfeccionismo e uma alta exigência pessoal.

Muitas vezes, após um culto maravilhoso na igreja, eu voltava para casa completamente sem vontade de viver. Por anos eu orei para Deus me levar do mundo. Eu pedia ao Senhor para morrer praticamente todos os dias. Não era o caso de eu ter impulsos suicidas, mas sim de que eu não via graça alguma em continuar vivo. Eu me sentia péssimo diante de tantos erros meus e, pior ainda, ao ver a prosperidade daqueles que erravam ainda mais do que eu. Deus parecia não se importar. Por que eu continuaria me esforçando tanto em santidade?

Meus amigos começaram a ficar incomodados comigo. Meu pessimismo se tornara intenso. Eu era considerado sério e mau humorado. Não transparecia a luz de Cristo, pois que vivia com um traço de amargura. Qualquer pequeno vacilo meu roubava minha alegria de viver. A simples hipótese de eu ter dito algo errado em uma conversa com os amigos já disparava um gatilho de auto-comiseração e auto-punição na minha mente.

Em um teste psicológico que fiz certa ocasião, encontrei a seguinte frase: “… (pessoas assim) tendem a criar cenários perfeitos de realidade, lutando com todas suas forças e criando grandes estratégias para concretizá-los. Por fim, quando percebem que as coisas não sairão como o planejado, acabam ficando demasiadamente frustradas”. Fiquei chocado com esta frase. Era exatamente isso: eu criava versões perfeitas de como a realidade deveria ser e me esforçava de modo extremo para alcançá-las. Quanto, porém, eu via que não seria possível, eu ficava doentiamente entristecido.

O processo de cura começou com um exercício espiritual bastante prático: eu decidi que todas as vezes que eu errasse (ou achasse que tinha errado), eu iria fazer uma oração e pedir que Deus perdoasse meu pecado e consertasse meus erros. Orações simples e curtas, que todos podem fazer. Normalmente eu faço assim: confesso meu erro ao Senhor, peço Sua intervenção para consertar qualquer dano que eu tenha causado, declaro minha limitação e a Sua Grandeza, e, por fim busco verdadeiramente deixar o caso em Suas mãos. Inicialmente, quando comecei com esta dinâmica, ela me consumia uns dez minutos de oração e esforço espiritual de entrega, mas depois, com o tempo, isso foi diminuindo para apenas alguns segundos. Hoje ela é um instrumento espiritual valiosíssimo para mim. Ao invés de ficar horas e dias me martirizando por um erro, hoje consigo entregar com muito mais facilidade o problema para Deus e apenas descansar em Seus braços. É necessário, no entanto,  ter o cuidado de deixar o assunto de fato nas mãos de Deus. Deste modo, qualquer sentimento ruim que eu tivesse após a oração seria um indicativo de que eu ainda estava carregando o problema comigo. Sendo assim, terminada a oração, eu insistentemente tomava a firme decisão de não pensar mais no assunto, de não aceitar mais os sentimentos ruins, de não me permitir entrar em auto-comiseração. Para tanto, usava o princípio da substituição, ou seja, ocupava a cabeça com o que era bom, justo, puro, de boa fama, etc. Esta dinâmica exigia determinação da minha parte, mas, com a ajuda do Espírito Santo, eu conseguia e você também conseguirá. Muitas vezes os sentimentos ruins tentam voltar depois de algum tempo, mas então basta repetir o processo de oração e entrega quantas vezes forem necessárias.

Este exercício é muito bom e ainda hoje eu o pratico quando sou tomado de um sentimento inadequado de culpa ou cobrança pessoal exagerada. Ele é muito útil. Mas eu necessitava de algo mais. Eu precisava de cura interna, que tratasse a origem do problema. Esta cura mais profunda, no entanto, não veio através de algo que eu pudesse fazer, mas da ação de Deus em mim. Ela veio através da mudança da minha mente, que por sua vez ocorreu através de inúmeras experiências de vida trazidas e moldadas por Deus. Algumas delas foram duras demais e outras prazerosas. O mais importante em tudo isso foi a perseverança e submissão ao tratamento de Deus. Segue abaixo algumas coisas que aprendi e que, após ganharem profundidade dentro de mim, me tornaram uma pessoa mais sarada, livre e feliz:

- Cada pessoa tem virtudes e debilidades. Se eu já alcancei algo em Deus, ótimo. Mas ainda tenho um caminho infinito pela frente. Devo, portanto, respeitar a debilidade do próximo assim como desejo que respeitem as minhas.

- Respeitar as debilidades dos outros é uma questão de justiça. Deus, mesmo sendo perfeito, não usa as minhas fraquezas para me condenar ou envergonhar. Devo perdoar e ser tolerante com as outras pessoas, assim como Cristo é comigo. Isso é justo.

- Deus está no controle de todas as coisas e minha preocupação deve estar em amar. Sou livre para amar. Deus já se prontificou a tomar conta do universo e Ele é o único capaz disso. Cabe a mim apenas ser um servo obediente e fazer as duas principais coisas que Ele me pediu: amá-Lo sobre todas as coisas e ao meu próximo como a mim mesmo.

- Do mesmo modo que eu erro com as outras pessoas, elas também erram comigo. Do mesmo modo que eu irrelevo muitos dos seus erros, elas também irrelevam os meus. Do mesmo modo que sei perdoar, elas também sabem. Assim como eu esqueço os erros do outros, elas também esquecem os meus. Assim como Deus me cobra perdoar o próximo, Deus também cobra delas perdão sobre mim. Assim como Deus me castiga quando eu não libero perdão ao próximo, assim Ele castiga os outros quando eles não liberam perdão.

- As pessoas sabem que nem sempre acertamos, que as vezes escolhemos mal uma palavra, que as vezes acordamos meio “nervosos”, que as vezes damos “tiros no pé”, etc. Caso alguém não saiba que o ser humano tem destas coisas, certamente o tempo vai ensinar. Portanto, basta ficarmos tranqüilos e não nos preocuparmos excessivamente com o julgamento alheio.

- Não tenho como privar o próximo dos meus erros e falhas. O que posso fazer é perdoar melhor (mais rapidamente e com mais gentileza) quando eles errarem comigo.

- Não há nada que eu possa fazer que me livre do potencial de magoar e ferir o próximo. Seria tolice me enveredar na busca por tal libertação. Tenho que aceitar meu potencial nato causar dano nas pessoas e reconhecer que elas também têm isso. O que posso fazer, todavia, é simplesmente colocar na minha mente o alvo de tentar fazer o melhor possível e, quando eu errar (porque certamente errarei), pedir perdão com humildade.

- Nem todo erro é pecado. Errar é humano, natural.

- É melhor fazer um pouco de bem ao próximo sob a orientação do Senhor, ainda que entre muitos erros, do que não fazer bem algum e e não errar nada. Apenas um pouco da luz de Cristo refletida através de nós já fornecerá material suficiente para Ele mesmo fazer grandes coisas na vida de uma pessoa.

- Deus não espera que acertemos em tudo. Ele sabe que pecamos de todos os modos, até mesmo de forma consciente e voluntária. Precisamos entender que para Deus o mais importante é que nos mantenhamos firmes no Caminho e na busca de intimidade com Ele. Precisamos ser peritos em nos re-erguer com a ajuda do Espírito Santo, pois o próprio Deus já nos declarou através da Sua Palavra que só obteremos um corpo incorruptível após a volta de Cristo. Isso não significa que seremos coniventes com o pecado, mas que, ao cairmos, teremos a humildade necessária para confessarmos mais uma vez nossos pecados, levantarmos, sacudirmos a poeira, apontarmos novamente nossos olhos para o alvo e voltarmos a trilhar o Caminho.

- O amor é fortalecido e aperfeiçoado diante das lutas, dos erros, das necessidades de perdão, etc. O amor brilha mais quando supera a dor e o mal sofrido. Acima de tudo tem que estar o amor.

Enfim, aprendi que aceitar minha natureza humana não é pactuar com o pecado, mas entender a Excelência do Senhor Deus e da minha carência por Sua graça e misericórdia. A consciência da nossa miséria deve servir para nos manter submissos e apaixonados por Deus, e não para nos consumir de tristeza. Entender que Deus ama seres humanos tão pecadores é algo muito profundo. E por me sentir tão amado por um Deus tão bom, me leva a desejar amar aquilo que Ele mesmo ama: os seres humanos. Ser misericordioso  com as mazelas das outras pessoas não nos torna coniventes com seus erros, mas abre espaço para sermos úteis ao longo do tempo através do contato pessoal de amor. Tolerância é mais do que uma virtude, é um ato de justiça.

Eu pensava que era necessário ser muito exigente comigo mesmo para garantir que eu iria permanecer no Caminho. Mas depois de não suportar mais tanta opressão, por não conseguir atingir os altos caminhos de Deus, acabei aceitando Sua Graça. Percebi que eu permaneceria nos Seus Caminhos ainda que eu não punisse após um erro, pois minha motivação era o amor ao Senhor e não a auto disciplina por si só. Eu tinha medo de me afastar de Deus, caso eu não fosse rigoroso comigo mesmo. Temia ceder ao pecado, mas descobri que o tratamento de Deus em nossas vidas gera uma espiritualidade espontânea.

Eu não gosto de magoar ninguém, óbvio. Mas hoje vejo isso como algo natural, ou seja, inevitável àqueles que estão vivos. Também já não me sinto oprimido por Deus, mas, pelo contrário, me sinto amado por Ele e tenho prazer em nosso relacionamento. Tenho tentado obedecer Seus mandamentos exclusivamente com o intuito de agradá-Lo, o que, obviamente, necessita de muita disciplina. A diferença, todavia, era que antes a disciplina era orientada pelo medo de errar, pelo meu perfeccionismo, pelo meu rigor pessoal, etc, e agora a disciplina é focada no intuito de alegrar o coração de Deus. Não tenho medo de “perder” meu posto caso eu erre, pois sei que Seu amor é maior que meus erros.

“Sim Senhor, eu creio que Tu me amas e por isso tento moldar a minha vida como uma resposta ao Seu amor”.
http://www.youtube.com/watch?v=mxwkSqUarow&feature=player_embedded

A vida cristã tem se tornado cada vez mais prazerosa, porque eu não vivo mais preso na armadilha do desempenho. Hoje eu não me vejo mais como um servo que precisa dormir intranquilo quando erra, com medo de perder o posto no dia seguinte, mas sim como um filho que quer agradar o Pai e que não será “demitido” caso venha a tropeçar. Ao invés de viver pelo perfeccionismo e pelas altas exigências pessoais, procuro hoje uma vida mais simples, focada em apenas duas coisas: relacionamento de amor com Deus e com o próximo. O resto será conseqüência, caso eu mantenha um coração reto, sincero e submisso diante de Deus e da Sua Palavra.

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“1 Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos e não tivesse amor (caridade), seria como o metal que soa ou como o sino que tine. 2  E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor (caridade), nada seria. 3  E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor (caridade), nada disso me aproveitaria.” 1 Coríntios 13:1-3 RA

“5 por isso mesmo, vós, reunindo toda a vossa diligência, associai com a vossa fé a virtude; com a virtude, o conhecimento; 6  com o conhecimento, o domínio próprio; com o domínio próprio, a perseverança; com a perseverança, a piedade; 7  com a piedade, a fraternidade; com a fraternidade, o amor. 8  Porque estas coisas, existindo em vós e em vós aumentando, fazem com que não sejais nem inativos, nem infrutuosos no pleno conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo.” 2 Pedro 1:5-8 RA

“12  Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus. 13  Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, 14  prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. 15 Todos, pois, que somos perfeitos [experimentados], tenhamos este sentimento; e, se, porventura, pensais doutro modo, também isto Deus vos esclarecerá. 16  Todavia, andemos de acordo com o que já alcançamos.” Filipenses 3:12-16 RA [nota do autor]

“Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor.” 1 Coríntios 13:13 RA

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4 Respostas to “Como lidar com o erro?”

  1. Cristina says:

    Muito interessante e edificante este texto! Deus te abencoe. Cris

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  2. samuel says:

    muito obrigado!saiba que fizeste o coração de um adolescente triste bem mais leve!muito obrigado mesmo!de fato Deus age através das pessoas!que Deus te abençoe:)

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  3. Aleksandra says:

    APÓS DIAS ORANDO A DEUS E TENDANDO ENTENDER TANTAS COISAS, ELE ME FEZ CHEGAR ATÉ ESTE TEXTO E ABRIR MEUS OLHOS E MEU ENTENDIMENTO… MUITO OBRIGADO..

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  4. Flávia Rodrigues Ribeiro says:

    Deus falou comigo através de suas palavras. Colocarei em pratica, sei que não será fácil, mas sei qual o caminho seguir.

    Grata, abraços fraternos.

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